Aprendemos no colégio, ouvindo daquele professor de história comunista que o capitalismo não presta e que China e Cuba são modelos de bons países…
Agora eu pergunto quem deles gostaria de morar na China ou em Cuba? Se quem está lá quer fugir e não consegue por causa da repressão da ditadura comunista?
Agora eu pergunto quem deles gostaria de morar na China ou em Cuba? Se quem está lá quer fugir e não consegue por causa da repressão da ditadura comunista?
Obrigar as mulheres a fazer aborto forçado é o mínimo, acreditem, os comunistas fazem coisas que espanta até o satanás, por assim dizer.(E não exagero! Eles são realmente perversos.)


Um crescente mal-estar está tomando conta da China após funcionários públicos prenderem a jovem operária Pan Chunyan na mercearia onde trabalhava, pelo crime de estar grávida de quase oito meses de seu terceiro filho.
Ela ficou presa com mais duas mulheres durante quatro dias, até que a levaram a um hospital e a forçaram a imprimir seu polegar num documento dizendo que concordava em abortar a criança. Uma enfermeira injetou-lhe uma droga e o bebê nasceu morto pouco depois, “com o corpo todo preto e azulado”, contou Pan.
Os testemunhos de mulheres forçadas a abortar em estado avançado de gravidez de há muito se espalham pela Internet. Neste blog temos ecoado muitas dessas denúncias. Mas o caso de Pan Chunyan parece ter sido a gota que fez transbordar o copo, desencadeando revolta entre especialistas silenciosos até o momento.
A política do “filho único” é a ponta de um iceberg de dimensões monstruosas. O controle demográfico forçado da China corresponde à planificação socialista em que os indivíduos são meros escravos.
A aplicação dessa filosofia marxista, reivindicada hoje no Ocidente com sofismas ambientalistas, tem formas e consequências alucinantes.


A foto de Feng Jianmei – mais outra vítima do controle populacional – ao lado do corpo de seu bebê assassinado foi divulgada pela Internet e estarreceu o mundo, agitando as sessões da Secretaria Nacional de Estatísticas em Pequim, escreveu o “The New York Times” jornal promotor da massacre dos inocentes nos EUA e no mundo.
O professor de Direito da Universidade de Pequim, Zhan Zhongle, anunciou um abaixo assinado de professores universitários e empresários pedindo ao Parlamento comunista a abolição dessa legislação iníqua. A situação deve estar muito tensa para funcionários e dependentes do regime ousarem uma proposta que contradiz a linha oficial num ponto tão sensível.
Na mudança do ambiente mundial, pesou o caso de Chen Guangcheng, advogado das mulheres condenadas à esterilização e ao aborto. Chen teve de fugir da prisão domiciliar a que foi condenado, asilando-se na embaixada americana. Esta o entregou à repressão socialista, até que, para acalmar os protestos, o governo chinês finalmente o exilou.
Liang Jianzhang, empresário doutorado na Universidade de Stanford, e Li Jianxin, professor de demografia na Universidade de Pequim, calcularam que em 2040 haverá na China 411 milhões de idosos (171 milhões hoje). E que a população em idade de trabalhar cairá a 696 milhões (817 milhões hoje). Nesse cenário demográfico, as consequências para a economia chinesa serão incalculáveis.
Porém, a perversidade ideológica do regime não parece se interessar pela própria realidade.


Para contentar dissidentes, amortecer críticas do exterior e, sobretudo, diminuir motins operários e camponeses, a ditadura chinesa introduziu perto de 22 exceções à política de controle populacional. Porém, na prática, os efeitos são muito relativos e moralmente horríveis.A senhora Pan reside em Daji, área rural onde um segundo filho é tolerado. Ela contou que Ma Yuyao, responsável local da planificação familiar, só pensa em “marcar pontos para sua promoção”, agradando as autoridades de Pequim. Para isso está empenhado em impedir o crescimento da população local.
Wu Liangjie, marido de Pan, disse terem pagado os 8.700 dólares exigidos pelo chefe da planificação familiar, mas que após receber o dinheiro, Ma Yuyao ordenou o aborto criminoso.
Wu Liangjie, marido de Pan, disse terem pagado os 8.700 dólares exigidos pelo chefe da planificação familiar, mas que após receber o dinheiro, Ma Yuyao ordenou o aborto criminoso.
Muitos pais de família pagariam até a taxa de 7.200 dólares, uma pequena fortuna na China, para terem um terceiro filho, mas ainda assim são constrangidos a abortá-lo, para que o Partido atinja as suas metas.
As autoridades locais do controle da natalidade recusaram responder aos telefonemas do “The New York Times” e os demais escritórios da administração socialista declararam não ter nada a declarar!
O pai da criança abortada viajou a Pequim com a ilusão de ser ouvido pela Justiça, mas o efeito da viagem pode ter sido contraproducente, como é frequentemente denunciado. Nem ele nem sua mulher atendiam mais o telefone, intimidados ao que tudo indica pelas autoridades socialistas.
O casal declarava se sentir “morto” pelo assassinato do filhinho que estavam aguardando. A tragédia do casal se repete em toda a vastidão da China e pode tornar-se um fenômeno mundial se os planos ambientalistas de reduzir a população planetária vingarem.
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